A Escola de Ensino Fundamental Demétrio Bettiol localiza-se no Bairro Brasília, município de Cocal do Sul em Santa Catarina.A Missão da Escola: "Garantir um ensino de qualidade, igualitário e inclusivo, ligando o conhecimento técnico ao prático, para a formação do cidadão consciente, transformador da sociedade e ecologicamente responsável."
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
MUDANÇAS NO ESPAÇO FÍSICO DA ESCOLA
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
HISTÓRICO DA ESCOLA DE ENSINO FUNDAMENTAL DEMÉTRIO BETTIOL
Fundada em 03 de dezembro de 1980, pela prefeitura Municipal de Urussanga, quando Cocal ainda era um distrito, em um terreno doado pela família Bettiol, que em homenagem ao seu mais ilustre antepassado cedem o nome “Demétrio Bettiol” à escola que então, é denominada Escola Reunida Demétrio Bettiol.
sábado, 4 de dezembro de 2010
Escola Demétrio Bettiol comemora 30 anos
A Escola de Ensino Fundamental Demétrio Bettiol de Cocal do Sul, comemorou na noite de sexta-feira, dia 3 de dezembro, 30 anos de fundação.
Durante o dia os funcionários colaboraram ajudando na decoração, na montagem de exposições com registros de momentos importantes e na confecção de um bolo de 30 metros.
A escola reuniu pais, alunos, professores, funcionários e outras pessoas que participaram da sua História. O evento contou com a presença de autoridades, apresentações artísticas e homenagens. A festa foi finalizada com o corte do bolo!
HISTÓRIA DA ESCOLA
Em uma área total de 4.566,64 m² foram construídas inicialmente duas salas de aula, cozinha, secretaria, quatro sanitários e uma área coberta, para atendimento inicial de 80 alunos de 1a à 4a série do Ensino Fundamental. A escola foi crescendo e passando por ampliações para atender a demanda. Em 1996, o ensino integral foi implantado sendo um diferencial em toda a região. Os alunos passaram a ter cursos alternativos de música, dança, cerâmica, inglês, espanhol e informática, administrados no contra-turno por profissionais habilitados na área, tendo como objetivo o desenvolvimento de todas as potencialidades de seus alunos.
Atualmente a Escola possui 1.761,64m² de área construída, atendendo 587 alunos do 1º ao 9º Ano do Ensino Fundamental, formando ao todo 25 turmas no Ensino Regular sob a direção de Eliene Figueiredo. Os alunos contam com aulas de informática com acesso a internet e laboratório pedagógico para os alunos do 2º ao 5º ano que apresentam dificuldades de aprendizagem. Uma orientadora educacional, psicóloga e fonoaudióloga também dão suporte no atendimento. Os alunos do 1º ao 5º ano recebem como material didático-pedagógico, as apostilas do Sistema de Ensino Aprende Brasil.
Diretoras que passaram pela escola
Adília Nicheli Bergman (três anos de permanência no cargo)
Vanda Maria Galli Denoni (12 anos)
Cirlene Gonçalves Scarpatto (11 anos)
Vilma Mari Bento (1 ano)
Geisa Carla Pereira (quase 1 ano)
Vanir Pizzolotto Bruch (1 ano)
Claudia Francisco (2 anos)
Adair de Oliveira (1 ano)
Eliene de Souza Figueredo (2 anos)
Curiosidades e destaques da escola
- Geisa Carla Pereira, ex-aluna da escola, foi diretora em 2003
- Alunos das séries iniciais foram destaques no IDEB – 2010
- A aluna Bruna Pereira da Silva alcançou o 3º lugar no Estado no Concurso Mundial da Paz, promovido pelo Lions Clube
- O aluno Bruno Matiola recebeu Medalha de Bronze na OBA – Olimpíada de Astronomia - e Menção Honrosa na OBMEP - Olimpíada de Matemática da Escolas Públicas - em 2009.
- A aluna Mayara Correa de Oliveira recebeu Menção Honrosa na OBMEP - Olimpíada de Matemática da Escolas Públicas - em 2010.
-articipação dos alunos na etapa inicial do Soletrando, programa do Luciano Huck, da Rede Globo,
-Participação dos alunos na Olimpíada de Geografia promovida pela revista Nacional Geographic.
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Semana pedagógica
A secretaria de educação realiza até sexta-feira, 12/02, a Semana Pegagógica. Cerca de 200 profissionais da rede municipal de ensino estão participando. Os trabalhos estão sendo realizados conforme o nível de ensino pelas coordenadoras pedagógicas e diretoras. Durante os encontros estão sendo abordadas e discutidas atividades relacionadas ao planejamento anual, proposta curricular e projetos a serem desenvolvidos durante o ano letivo.
Segundo o secretário, Arlei Boselo Ponciano no início deste ano foi realizada uma semana diferenciada. “Cada profissional desenvolveu seu trabalho na sua escola de origem e elaboraram seus planos de ensino e de aula conforme as diretrizes básicas da educação para que todos saibam e cumpram com a proposta curricular e promovam uma educação de qualidade cada vez melhor”, ressalta.
Para a pedagoga, Andreane Motta e Lair Gregório “a semana pedagógica é importante porque serve para pensar ações e reflexões disponibilizadas que dão subsídios e informações a todos os professores no processo ensino-aprendizagem”, analisa.
TEXTO RETIRADO DO SITE DA PREFEITURA MUNICIPAL DE COCAL DO SUL
domingo, 18 de fevereiro de 2007
Palestra realizada com professores de 5a a 8a séries

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO E DESPORTO
PROFª : VERA MARIA SILVESTRI CRUZ
O CASO DE MIGUEL I
Miguel é um homem solteiro, de boa aparência, com 33 anos de idade.
Eis a seguir como foi percebido por várias pessoas no dia X:
RELATO DA MÃE: “ Miguel levantou correndo, não quis tomar café, não ligou para o bolo que eu havia feito especialmente para ele. Só apanhou cigarros e fósforos. Não quis por o cachecol que eu dei. Disse que estava com pressa e reagiu com impaciência a meus pedidos para se alimentar e se abrigar. Ele continua sendo uma criança que precisa de atendimento, pois não reconhece o que é bom para si mesmo”.
RELATO DO MOTORISTA DE TÁXI: “ Hoje de manhã apanhei um sujeito que eu não fui muito com a cara dele.Estava de cara amarrada, seco ,não queria saber de conversa. Tentei falar sobre futebol, política, tráfego e sempre me mandou calar a boca, dizendo que tinha que se concentrar.Desconfio que ele é um cara subversivo, desses que a polícia anda procurando, ou desses sujeitos que assaltam motoristas de táxi para roubar. Aposto como anda armado. Fiquei louco para me livrar dele”.
RELATO DO GARÇON DA BOATE: “ Ontem à noite ele chegou aqui acompanhado de uma moça bem bonita, mas não deu a mínima bola para ela. Passou o tempo todo olhando para tudo que era mulher que entrava. Quando entrou uma loira de vestido colante, me chamou e queria saber quem era. Como eu não a conhecia não teve dúvidas, foi até a mesa falar com ela. Eu disfarcei e passei por perto e só pude ouvir que ele marcava um encontro às 09 horas da manhã, bem nas barbas do acompanhante dela. Sujeito peitudo. Eu também dou as minhas voltinhas, mas essa foi demais”.
RELATO DO ZELADOR DO EDIFÍCIO: “ Ele não é muito certo da bola,não. Às vezes cumprimenta, às vezes finge que não vê ninguém. As conversas dele a gente não entende. É parecido com um parente meu que enlouqueceu. No dia X, de manhã, ele chegou falando sozinho. Eu dei bom dia e ele me olhou com um olhar estranho e disse que tudo no mundo era relativo, que as palavras não eram iguais para todos e nem as pessoas. Me deu um puxão na gola e apontou uma senhora que passava e disse que cada um olhava para ela e via uma coisa diferente.Disse também que quando ele pintava um quadro, aquilo era realidade. Dava risadas. Está na cara que ele é um lunático”.
RELATO DA FAXINEIRA: “ Ele anda sempre com um ar misterioso. Os quadros que ele pinta a gente não entende. Quando ele chegou na manhã do dia X, me olhou atravessado e tive o pressentimento de que ia acontecer alguma coisa ruim. Pouco depois chegou a moça loira. Ela me perguntou onde ele se encontrava e eu disse. Daí a pouco ouvi ela gritar e eu acudi correndo. Abri a porta e ele estava com a cara furiosa olhando para ela, cheio de ódio. Ela estava jogada no sofá e no chão tinha uma faca. Eu saí gritando: Assassino! Assassino!”.
“ Eu me dedico à pintura de corpo e alma. O resto não tem importância. Há meses que eu quero pintar uma madona do século XX, mas não encontro a modelo adequada que encarne a beleza, a pureza e o sofrimento que eu quero retratar.
Na véspera do dia X uma amiga me telefonou dizendo que tinha encontrado a modelo que eu procurava e propus um encontro na boate que ela freqüentava. Eu estava ansioso por vê-la. Quando ela chegou, fiquei fascinado. Era exatamente o que eu queria. Não tive dúvidas: fui até a mesa dela, me apresentei e pedi para que posasse para mim. Ela aceitou e marcamos um encontro no meu atelier às 09 horas da manhã. Eu nem dormi direito aquela noite. Levantei - me ansioso para começar o quadro e nem podia tomar café de tão emocionado.
No táxi comecei a fazer um esboço, pensando nos ângulos da figura, no jogo de luzes, na textura das cores.
Quando entrei no edifício eu estava cantando baixinho. O zelador falou comigo e nem tinha prestado atenção. Aí eu perguntei: O que foi? E ele disse bom dia! Nada mais do que bom dia. Ele não sabia o que aquele dia representava para mim. Sonhos, fantasias, aspirações, tudo iria se tornar realidade enfim, com a execução daquele quadro.Tentei explicar para ele. Eu disse que a verdade era relativa, pois cada pessoa vê as coisas de forma diferente. Quando eu pinto um quadro, aquilo é a minha realidade. Ele me chamou de lunático. Dei uma risada e disse: O lunático que você vê não existe.
Quando eu subia a escada, a faxineira veio me expiar. Não gosto daquela mexeriqueira.
Entrei no atelier e comecei a preparar a tela e as tintas. Quando eu estava limpando a palheta com uma faca, tocou a campainha. Abri a porta e a moça entrou, estava com o mesmo vestido da véspera e explicou que passara a noite em claro, numa festa. Eu pedi que se sentasse no lugar indicado e que olhasse para o alto, que se imaginasse com um ar perdido, sofrendo. Aí ela me abraçou e disse que eu era simpático. Eu afastei os seus braços e perguntei se ela tinha bebido. Ela disse que sim, que a festa estava ótima, que foi uma pena eu não ter estado lá, que sentiu a minha falta, que gostava de mim. Quando me abraçou de novo, com cheiro de bebida eu a empurrei no sofá e ela gritou.
Neste instante a faxineira entrou gritando: Assassino! Assassino!
A loira levantou-se e foi embora me chamando de idiota.
Ah! Minha madona do século XX!
Roteiro para discussão:
A quem pertence esta história?
Como a escola geralmente trabalha?
Como nós comumente agimos?
Que atitudes precisaríamos tomar diante da situação?